| A respeito do Ativo Contingente, conforme a NBC TG 25 – Provisões, Passivos | |||||
| Contingentes e Ativos Contingentes, assinale a opção INCORRETA. | |||||
| a) A entidade não deve reconhecer um ativo contingente. | |||||
| b) O ativo contingente é divulgado em notas explicativas quando for provável a | |||||
| entrada de benefícios econômicos. | |||||
| c) Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma | |||||
| vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Porém, | |||||
| quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo relacionado não | |||||
| é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado. | |||||
| d) Os ativos contingentes surgem normalmente de evento planejado ou de outros | |||||
| esperados que deem origem à probabilidade de entrada de benefícios | |||||
| econômicos para a entidade. | |||||
| Resolução: | |||||
| Ativo contingente é um ativo possível que resulta de eventos passados e cuja | |||||
| existência será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos | |||||
| futuros incertos não totalmente sob controle da entidade. | |||||
| O CPC 25 determina que: | |||||
| A entidade não deve reconhecer um ativo contingente (item 31) | |||||
| Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado | |||||
| ou de outros não esperados que dão origem à possibilidade de entrada de | |||||
| benefícios econômicos para a entidade. Um exemplo é uma reivindicação | |||||
| que a entidade esteja reclamando por meio de processos legais, em que | |||||
| o desfecho seja incerto. (item 32) | |||||
| Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, | |||||
| uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. | |||||
| Porém, quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo | |||||
| relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado. | |||||
| (item 33) | |||||
| O ativo contingente é divulgado quando for provável a entrada de | |||||
| benefícios econômicos. (item 34) | |||||
| Sendo assim, a letra D está incorreta, pois os ativos contingente não surgem de | |||||
| eventos planejados ou esperados, mas sim, evento não planejado | |||||
| ou de outros não esperados. | |||||
| Resposta correta letra D | |||||
| Fonte: CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes | |||||
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sábado, 26 de outubro de 2013
Resolução Questão 15 Exame Suficiência Bacharel 2013-2
Como PMEs devem agir com o alerta da Receita
Com o cruzamento de informações realizado pelo 'supercomputador' da Receita, o programa praticamente impossibilita qualquer erro ou sonegação de impostos.
No dia 16 de setembro, entrou em operação o Alerta Simples Nacional, programa da Receita Federal que tem como objetivo advertir as micro e pequenas empresas participantes do Simples Nacional sobre irregularidades nas informações declaradas. A medida permite a correção de erros tanto no preenchimento da declaração quanto na apuração dos impostos devidos. Mas o que esse 'alerta' representa, de fato, para o empresário? Com o cruzamento de informações realizado pelo 'supercomputador' da Receita, o programa praticamente impossibilita qualquer erro ou sonegação de impostos. É excelente oportunidade para as empresas enquadradas no Simples continuarem ou começarem a praticar a transparência na declaração dos dados. Todos nós já temos pleno conhecimento sobre a carga tributária brasileira, e tentar burlar o sistema não é medida inteligente.
Para ficar mais claro, cabe uma explicação sobre o fundamento do Alerta Simples Nacional: para apurar os dados, o sistema cruza as informações que pessoas jurídicas declaram no Imposto de Renda com os dados referentes às compras efetuadas nas empresas via cartão de débito ou crédito – esses dados são fornecidos à Receita pelas próprias companhias de cartão. A Receita já vinha sinalizando com a implantação do programa desde 2010. É forma de intimidar fraudes, de demonstrar que ela possui total controle sobre os dados declarados. Mais uma medida para alertar ao contribuinte deve ser posta em prática a partir do ano que vem, quando a declaração de IR deve ser enviada já pré-elaborada para os contribuintes pessoas físicas.
Esta é a hora de os empresários contarem com a ajuda de seus contadores para efetuar os ajustes e planejamento necessários para a organização da empresa, de forma ampla e transparente. Para que esta transparência seja completa, é fundamental que os donos de negócios sejam claros com seus contadores e lhes mostrem todos os dados, para que juntos possam organizar as contas e se encaixar nas normas da Receita Federal. Transparência traz solidez, credulidade e respeito à imagem das empresas, fatores que certamente as ajudam a ganhar mais mercado e confiança de seus clientes. Atenção aos prazos, organização dos documentos e conhecimento dos erros mais comuns são fundamentais para que imprevistos na hora de fornecer os dados sejam evitados. Tentar esconder as informações é atitude que, com certeza, não perdurará por muito tempo. Apenas com alguns cuidados e algumas horas dedicadas a isso, as empresas conseguirão cumprir seu papel, sem se complicar em procedimento tão rotineiro.
Fonte: Femicro-ESComo PMEs devem agir com o alerta da Receita
Com o cruzamento de informações realizado pelo 'supercomputador' da Receita, o programa praticamente impossibilita qualquer erro ou sonegação de impostos.
No dia 16 de setembro, entrou em operação o Alerta Simples Nacional, programa da Receita Federal que tem como objetivo advertir as micro e pequenas empresas participantes do Simples Nacional sobre irregularidades nas informações declaradas. A medida permite a correção de erros tanto no preenchimento da declaração quanto na apuração dos impostos devidos. Mas o que esse 'alerta' representa, de fato, para o empresário? Com o cruzamento de informações realizado pelo 'supercomputador' da Receita, o programa praticamente impossibilita qualquer erro ou sonegação de impostos. É excelente oportunidade para as empresas enquadradas no Simples continuarem ou começarem a praticar a transparência na declaração dos dados. Todos nós já temos pleno conhecimento sobre a carga tributária brasileira, e tentar burlar o sistema não é medida inteligente.
Para ficar mais claro, cabe uma explicação sobre o fundamento do Alerta Simples Nacional: para apurar os dados, o sistema cruza as informações que pessoas jurídicas declaram no Imposto de Renda com os dados referentes às compras efetuadas nas empresas via cartão de débito ou crédito – esses dados são fornecidos à Receita pelas próprias companhias de cartão. A Receita já vinha sinalizando com a implantação do programa desde 2010. É forma de intimidar fraudes, de demonstrar que ela possui total controle sobre os dados declarados. Mais uma medida para alertar ao contribuinte deve ser posta em prática a partir do ano que vem, quando a declaração de IR deve ser enviada já pré-elaborada para os contribuintes pessoas físicas.
Esta é a hora de os empresários contarem com a ajuda de seus contadores para efetuar os ajustes e planejamento necessários para a organização da empresa, de forma ampla e transparente. Para que esta transparência seja completa, é fundamental que os donos de negócios sejam claros com seus contadores e lhes mostrem todos os dados, para que juntos possam organizar as contas e se encaixar nas normas da Receita Federal. Transparência traz solidez, credulidade e respeito à imagem das empresas, fatores que certamente as ajudam a ganhar mais mercado e confiança de seus clientes. Atenção aos prazos, organização dos documentos e conhecimento dos erros mais comuns são fundamentais para que imprevistos na hora de fornecer os dados sejam evitados. Tentar esconder as informações é atitude que, com certeza, não perdurará por muito tempo. Apenas com alguns cuidados e algumas horas dedicadas a isso, as empresas conseguirão cumprir seu papel, sem se complicar em procedimento tão rotineiro.
Fonte: Femicro-ESResolução Questão 14 Exame Suficiência Bacharel 2013-2
| Uma sociedade empresária realizou, em janeiro de 2013, as seguintes | |||||
| operações: | |||||
| Aquisição de mercadoria para revenda por R$50.000,00, neste valor incluídos | |||||
| R$7.500,00 referentes aos impostos recuperáveis. Das mercadorias adquiridas, | |||||
| 50% foram vendidas por R$102.800,00, neste | |||||
| valor incluídos R$25.700,00 referentes aos impostos incidentes sobre as | |||||
| vendas. | |||||
| Considerando que não havia estoque inicial de mercadorias para revenda, | |||||
| na Demonstração do Valor Adicionado, o valor adicionado bruto será igual | |||||
| a: | |||||
| a) R$55.850,00. | |||||
| b) R$60.300,00. | |||||
| c) R$77.800,00. | |||||
| d) R$81.550,00. | |||||
| Resolução: | |||||
| Vamos relembrar que valor adicionado representa a riqueza criada | |||||
| pela empresa, de forma geral medida | |||||
| pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui | |||||
| também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por | |||||
| terceiros e transferido à entidade. | |||||
| Complementando, Insumo adquirido de terceiros | |||||
| representa os valores relativos às aquisições de | |||||
| matérias-primas, mercadorias, materiais, energia, serviços, etc. que tenham sido | |||||
| transformados em despesas do período. Enquanto permanecerem nos estoques, não | |||||
| compõem a formação da riqueza criada e distribuída. | |||||
| Sendo assim, podemos considerar que o valor adicionado bruto | |||||
| são as receitas de mercadorias- insumos adquiridos de terceiros como | |||||
| matéria prima, por exemplo | |||||
| nesse caso teremos: | |||||
| Receita de mercadorias p/ revenda | R$ 102.800,00 | ||||
| Insumo de terceiro = mercadoria para revenda | R$ 25.000,00 | ||||
| Valor adicionado bruto | R$ 77.800,00 | ||||
| Observe que as mercadorias que não foram vendidas e permanecem no estoque | |||||
| não farão parte do valor adicionado, como mencionado anteriormente. | |||||
| E os tributos, o que fazer com eles nessa questão? | |||||
| Não devemos fazer nada. Pois o exercício nos pede o valor adicionado bruto. | |||||
| Os tributos fazem parte da distribuição da riqueza criada pela empresa. | |||||
| Resposta correta letra C | |||||
| Fonte: CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado | |||||
Resolução Questão 14 Exame Suficiência Bacharel 2013-2
| Uma sociedade empresária realizou, em janeiro de 2013, as seguintes | |||||
| operações: | |||||
| Aquisição de mercadoria para revenda por R$50.000,00, neste valor incluídos | |||||
| R$7.500,00 referentes aos impostos recuperáveis. Das mercadorias adquiridas, | |||||
| 50% foram vendidas por R$102.800,00, neste | |||||
| valor incluídos R$25.700,00 referentes aos impostos incidentes sobre as | |||||
| vendas. | |||||
| Considerando que não havia estoque inicial de mercadorias para revenda, | |||||
| na Demonstração do Valor Adicionado, o valor adicionado bruto será igual | |||||
| a: | |||||
| a) R$55.850,00. | |||||
| b) R$60.300,00. | |||||
| c) R$77.800,00. | |||||
| d) R$81.550,00. | |||||
| Resolução: | |||||
| Vamos relembrar que valor adicionado representa a riqueza criada | |||||
| pela empresa, de forma geral medida | |||||
| pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui | |||||
| também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por | |||||
| terceiros e transferido à entidade. | |||||
| Complementando, Insumo adquirido de terceiros | |||||
| representa os valores relativos às aquisições de | |||||
| matérias-primas, mercadorias, materiais, energia, serviços, etc. que tenham sido | |||||
| transformados em despesas do período. Enquanto permanecerem nos estoques, não | |||||
| compõem a formação da riqueza criada e distribuída. | |||||
| Sendo assim, podemos considerar que o valor adicionado bruto | |||||
| são as receitas de mercadorias- insumos adquiridos de terceiros como | |||||
| matéria prima, por exemplo | |||||
| nesse caso teremos: | |||||
| Receita de mercadorias p/ revenda | R$ 102.800,00 | ||||
| Insumo de terceiro = mercadoria para revenda | R$ 25.000,00 | ||||
| Valor adicionado bruto | R$ 77.800,00 | ||||
| Observe que as mercadorias que não foram vendidas e permanecem no estoque | |||||
| não farão parte do valor adicionado, como mencionado anteriormente. | |||||
| E os tributos, o que fazer com eles nessa questão? | |||||
| Não devemos fazer nada. Pois o exercício nos pede o valor adicionado bruto. | |||||
| Os tributos fazem parte da distribuição da riqueza criada pela empresa. | |||||
| Resposta correta letra C | |||||
| Fonte: CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado | |||||
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